sábado, 24 de janeiro de 2009
Viagem dentro do computador
Sociedade: Actuo em novas formas de aquisição de competências face às TIC, compreendendo os seus usos nas organizações e relacionando-os com as literacias e qualificações exigidas aos profissionais na sociedade da informação.
Tecnologia: Actuo na esfera da vida profissional promovendo o recurso às tecnologias de suporte às TIC (micro electrónica, ecrãs, etc.).
Ciência: Actuo na vida profissional, com conhecimentos científicos básicos de funcionamento dos equipamentos de suporte às TIC (por exemplo, o computador, o monitor de cristais líquidos, a aritmética binária, etc.).
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Complexidade e mudança
O mundo científico e cultural está em constante mudança e esta supõe simultaneamente maior complexidade. É por isso que, utilizando as ideias estereotipadas homem/carro e mulher/máquina de lavar, verificamos que os automóveis da década de 70 eram menos complexos que os que adquirimos hoje, basta abrir o capôt para verificar a diferença na concepção mecânica dos mesmos. O mesmo se pode verificar com as máquinas de lavar, pois se nos anos 70 tinham um par de funções, hoje apresentam uma multiplicidade delas. Actualmente, o espelho mais comum desta permanente mudança e complexidade é a globalização.A partir dos dois filmes que lhe propomos, bem como este breve texto,
domingo, 23 de novembro de 2008
A água é nua, como a poesia, vem da lua!
As minhas ansiedades
Sobem pelas escadas acima,
Com os desejos não desanima.
O tapete na passagem
Diz ò vento para se calar,
Atravessam esta paisagem
Veículos com sonhos a clamar.
Num céu com estrelas
A lua é das mais belas,
Onde se pode repousar
Dormir e descansar.
As tuas mãos são segredos
Os teus olhos são negros,
O teu sorriso é iluminado
Num perfil desejado.
A música chega-me aos ouvidos
Não sai dos meus sentidos,
A vida corre devagar
Com gestos e a sonhar…
Aqui onde se espera, onde se aprende…
Onde a Primavera não se esconde,
Aqui onde o sorriso não mente,
Onde o barulho não responde.
Tranquei a porta a sete chaves,
Prendi as maldades.
Fechei a loja das vaidades,
Deixei a porta com traves.
Ao ruído de fundo
Que vem de longe…
Deixei de ouvir o mundo,
No silêncio de hoje.
Fiquei atento só ao mundo,
O vento, eu deixei só
Mas sonho… O mundo é só.
NOV. 2008
Edite Pinheiro
Sobem pelas escadas acima,
Com os desejos não desanima.
O tapete na passagem
Diz ò vento para se calar,
Atravessam esta paisagem
Veículos com sonhos a clamar.
Num céu com estrelas
A lua é das mais belas,
Onde se pode repousar
Dormir e descansar.
As tuas mãos são segredos
Os teus olhos são negros,
O teu sorriso é iluminado
Num perfil desejado.
A música chega-me aos ouvidos
Não sai dos meus sentidos,
A vida corre devagar
Com gestos e a sonhar…
Aqui onde se espera, onde se aprende…
Onde a Primavera não se esconde,
Aqui onde o sorriso não mente,
Onde o barulho não responde.
Tranquei a porta a sete chaves,
Prendi as maldades.
Fechei a loja das vaidades,
Deixei a porta com traves.
Ao ruído de fundo
Que vem de longe…
Deixei de ouvir o mundo,
No silêncio de hoje.
Fiquei atento só ao mundo,
O vento, eu deixei só
Mas sonho… O mundo é só.
NOV. 2008
Edite Pinheiro
domingo, 16 de novembro de 2008
O céu soalheiro
I
Numa existência calma, suave
Ela, ali sentada…
… Simplesmente descansava
Observava o voo da ave.
II
A vista para lá do monte
O clarão vermelho no horizonte,
Num final de tarde aventureiro
O céu soalheiro.
NOV. 2008
Edite Pinheiro
Numa existência calma, suave
Ela, ali sentada…
… Simplesmente descansava
Observava o voo da ave.
II
A vista para lá do monte
O clarão vermelho no horizonte,
Num final de tarde aventureiro
O céu soalheiro.
NOV. 2008
Edite Pinheiro
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